Introdução aos índigos (Nancy Ann Tappe , entrevistada por Jan Tober) (Parte 2)

Todas as cores físicas que existem na humanidade deverão desaparecer nos próximos 20 anos, com exceção do vermelho. Sobram apenas as mentais, como o castanho

,o amarelo e o verde e também as cores espirituais, que são o azule o violeta. Os índigos humanistas estão substituindo o amarelo e o violeta; os conceituais, o castanho , o verde e o violeta ;os artísticos , o azul e o violeta e os interdimensionais , apenas o violeta , que está presente em todos os níveis.

E todos serão intuitivos?

Posso ilustrar a resposta com uma história que ocorreu hoje pela manhã. Uma amiga minha tem um neto de 4 anos, que se chama Zachary. Viajou parar Santa Bárbara para fazer uma visita e enquanto estava na cidade levou a nora e o neto para jantar fora. A mãe está sempre se gabando das notas do filho na escola, do seu desempenho nas aulas de natação e dos comentários dos professores sobre o quanto o garoto aprende rápido e do fato de não ter medo de coisa alguma.
Os 3 foram a um bom restaurante , e o garoto estava ansioso para medir um mousse de chocolate após o jantar.Trouxeram a sobremesa e a colocaram no centro da mesa. Ele riu pegou a taça e começou a comer.
Enquanto isso sua mãe perguntou:”Zachary,você sabe o que significa ser destemido?”Ele parou de comer e arqueou as sobrancelhas e disse: “Sei sim“.
“O que é então?”,ela perguntou
“Eu acredito em mim mesmo” foi a resposta.
O garoto tem apenas 4 anos , mas sua resposta não deixa dúvidas. Essas crianças acreditam em si mesmas. Se alguém tenta convencê-las de que estão fazendo algo errado por acreditarem em seus próprios princípios , logo percebem que a pessoa não sabe o que está dizendo. Por isso , minha sugestão é que os pais estabeleçam limites sem dizer-lhes diretamente “Não façam isto”. Em vez , digam : “Por que você não me explica por que quer fazer isto?,”Vamos conversar sobre o assunto?”. Quando a criança responder o que acha que pode acontecer, pergunte : “E como você vai lidar com a situação?”. E ela te dirá como pensa que pode
lidar com isso. Mas isso só funciona com os índigos enquanto são pequenos,os mais velhos não aceitam este tipo de diálogo , a não ser o do tipo humanista.

Mas o que você qualifica como pequenos?A que idade se refere?

Devemos conversar abertamente com eles a partir do momento que começam a balbuciar as primeiras palavras e ouvir o que têm a dizer.

Mas e enquanto são bebês?

Pode-se fazer da mesma maneira. Basta conversar com eles e prestarão atenção em você. Diga : “Vou trocar sua fralda pra você não ficar irritado. Assim você não vai chorar , vai ficar contente e eu também , Vamos lá?”

Você mencionou um aspecto interessante: tratar estas crianças como se fossem adultos a partir do momento em que começam a falar.

Esse tipo de criança não aceita ser tratada como menos inteligente ou incapaz. E não respeita as pessoas simplismente porque são mais velhas. É preciso conquistar o respeito de um índigo.

Gostaria de acrescentar alguma informação sobre este aspecto?

O principal é: ouça-os. Em vez de tentar impor sua autoridade, siga a intuição. Deixe a criança pedir aquilo de que necessita. Explique o motivo de conceder ou não o que ela quer. Na verdade, tudo o que temos a fazer é conversar com elas, pois as crianças índigo são muito sinceras.

Ou seja , temos de estar presentes e ouví-las.

Sempre. E se perceberem que alguém cometeu algum tipo de abuso em relação a elas, contam tudo aos professores na escola ou direto para a polícia.Você já deve ter ouvido falar de casos de crianças que salvaram os pais chamando os bombeiros ou a polícia nos últimos anos. São as mesmas que, quando sofrem algum tipo de agressão ,vão direto às autoridades.

Costumo brincar dizendo que existe uma “ponte de arco-íris” entre nós e elas

É verdade. Refiro-me sempre a eles como a ponte da terceira para a quarta dimensão. A terceira dimensão é a dimensão da razão ,do pensamento, já a quarta é a do ser completo. Falamos muitas vezes de conceitos como amor, paz, felicidade… porém raramente os colocamos em prática. Na quarta dimensão, teremos oportunidade de ver isto acontecer. Mas já estamos melhorando e começando a ver que as guerras são algo totalmente sem sentido e que ao matarmos as outras pessoas estamos matando a nós mesmos. Essas crianças já sabem de tudo isso.
Em minha primeira palestra sobre crianças índigo, os pais levaram seus filhos. Babás foram contratadas e ficaram com elas durante o evento.. Na parte da tarde, elas foram trazidas para o auditório para interagir com os pais e fazer perguntas.
Havia uma máquina de escrever daquelas das antigas em um armário no chão e colocamos no chão e espalhamos objetos ao redor. Não tínhamos um computador disponível , mas como eu disse, essas crianças são voltadas para tecnologia e acabaram datilografando na máquina. Uma experiência bem interessante. Enquanto uma delas brincava com a máquina, outra se sentava ao lado e observava. Depois de algum tempo, a que estava brincando se levantava e a que estava esperando tomava o seu lugar. Então uma outra vinha do meio delas e observava. Todas vieram observar e depois brincar como se estivesse em fila, mesmo sem haver qualquer tipo de fila.

É verdade estas crianças índigo não gostam de fila?

Sim , os pais perceberam isto. E outro detalhe interessante é que das 15 crianças que estavam no auditório, apenas um foi se sentar no colo dos pais. O restante não prestou a menor atenção neles.

E que ano foi isto?
Em 1984. Essas crianças só desejam ser respeitadas e tratadas como seres humanos,sem diferença de idade. Há um história bastante engraçada sobre meu neto.
Minha filha não o deixava brincar com armas de brinquedo ou com qualquer tipo de jogo que envolvesse guerra. E também não lhe dava brinquedos eletrônicos. Mas um dia quando ele ainda tinha 3 anos , eu estava no banheiro enrolando meus cabelos e tinha 2 secadores sobre a pia. Ele pegou o que estava desligado e apontou em minha direção e disse: “BANG-BANG”
Eu apontei para ele e respondi: “Bang-Bang-Bang”. Começamos a correr pela casa e brincar. Minha filha disse: “Mãe, não brinque com ele assim”.Eu respondi: “Foi ele quem começou e saí correndo. Quando ele estava com 8 anos ele me disse: “Vovó, sabe o que quero de natal , um videogame”.Minha filha me olhou com um ar muito sério e disse:”Nem pense nisso”. Eu ri e fiquei pensando: “Ele é meu neto e me pediu um presente, ela vai entender”.Antes de ir embora da cidade onde eles moram , comprei um videogame e deixei pra ele. Ela me telefonou 2 meses depois e disse: “Mãe,quero lhe agradecer por ter dado o videogame a Colin” , ela explicou que não estava brava, pois percebeu que tinha apenas de controlar aquela situação .Minha filha começou a “vender” horas de videogame pra ele.Todas as vezes em que ele fazia a lição de casa ele ganha um número de horas pra jogar.E como ela estava recebendo bilhetes dos professores informando que ele não participava das aulas, negociei um número ainda maior de horas se ele começasse a cooperar com os professores e tirar notas melhores.Cada nota ruim seriam menos tempo no videogame. Seu comportamento se modificou. Ele passou a chegar em casa,fazer as lições e ainda perguntava se eu queria que ele fizesse mais alguma coisa.Seu conceito em matemática subiu de D para A.

O que aconteceu com Colin????
É o melhor aluno da sala agora.Vem até me perguntar se preciso de ajuda. Muitas pessoas falam que internet é ruim e tem conteúdo impróprio e perigoso para crianças. Mas se os pais falam abertamente com as crianças e explicam o que não devem fazer e porque, elas aprendem a evitar armadilhas. São crianças muito inteligentes. Mas também fazem escolhas erradas quando estão  carentes, assim como nós.
POR ISSO SE LHES DAMOS CARINHO E ACOMPANHAMENTO, ELES NÃO TÊM COMO ERRAR.SÃO CRIANÇAS MUITO ESPECIAIS.

MAS SERÁ QUE ISSO É MESMO VERDADE?

Talvez você não acredite em pessoas que “veêm” cores. Apresentamos então alguns relatórios e resultados de pesquisas de alguns professores doutores universitários e de ensino fundamental.
A classificação estabelecida por Ann Tappe, quanto aos tipos de índigo é semelhante dos profissionais da área? A doutora Barbra Dillenger afirma que sim.
Barbra Dillenger,Ph.D é conselheira. Especialista em relações humanas, seu trabalho consiste em ajudar as pessoas a perceber  melhor o sentido e as lições que a vida tem a oferecer. Concorda que a humanidade esteja passando por mudanças e sabe que a “classificação por tipos” nos ajuda a entender melhor a nós mesmos.

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5 comentários em “Introdução aos índigos (Nancy Ann Tappe , entrevistada por Jan Tober) (Parte 2)

  1. cuidado , estamos criando crianças interesseiras, pois só estudam, para ter direito a acessar videogame, ganhar doces, presnetes mil…
    se o que a escola ensinasse fosse útil para desenvolvimento de consciência, de cooperação ao invés de competir
    de de intuição,criatividade ao invés de decoreba,
    de verdade ao invés de mentiras
    de frugalidade ao invés de consumismo…
    não seria um sacrificio, um karma , ir as aulas…
    não é mesmo

  2. Bom dia…gostaria muito de saber se tem alguém aqui em Belo Horizonte que possa me ajudar a saber se meu filho é um índigo ou cristal ou se posso conversar por aqui com alguém que entenda do assunto e possa me orientar a respeito…obrigada

  3. Não sei se sou índigo ou não, mas desde pequena que sou muito sensitiva e via os corações dos meus colegas e adultos, se estavam a ser verdadeiros ou não, e infelizmente a maioria deles, não estava, tinha más intenções. A maioria das pessoas não trabalham a sua consciência, através da meditação, através da verdade. Quantos débitos nós acumulamos numa só vida devido á nossa inconsciência, devido ao nosso triste pensamento e julgamento…nós não ouvimos os nossos corações e não nos ouvimos uns aos outros… Eu sei que estou encarnada já há muitas vidas e nesta vida nunca vi tanta ignorância, mesquinhez e maldade. Não sou perfeita também tenho defeitos mas não compreendo porquê tanta ilusão. E as pessoas já têm conhecimento para fazer melhor. É muito fustrante…

  4. Boa tarde! vejo com muito interesse este assunto e agradeço pela iniciativa de vcs neste sentido de nos informar sobre o assunto. tenho um filho de 10 anos, que de acordo com as descriçoes se encaixa neste contexto de indico. Ele é extremamente inteligente, mas, quando entende um pouco do assunto ele perde o interesse, é iperativo, dorme muito pouco gosta muito de coisas tecnologicas celulares, computador, jogos de videogame e quando tinha 4 aninhos ja usava funções do meu celular q eu nem imaginava existir sem que ninguem o ensinasse. Ele tambem é muito ligado a espiritualidade e religiosidade, gosta muito de corais, cantar e fazer peças de teartro. è extremamente doce, carinhoso mas tem um lado onde não se da com ninguem tem pouquissimos amigos vive em conflito com os irmãos, que são adultos ja, querendo se impor, liderar, toma atitudes sobre onde quer ir e o que quer fazer como se fosse dono de si e da situação e isso me deixa as vezes sem saber que atitude tomar ou como devo auxilia-lo. mas de uma coisa eu tenho certeza ele é muito especial. agradeço pela ajuda que encontrei aqui e pela que ainda posso receber. Obrigada e parabens pela materia.

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