Reflexões da senda espiritual

Hoje eu comecei a refletir um pouco sobre minha caminhada espiritual e considero interessante repassar algumas reflexões que tive. Ao buscar em religiões das mais diversas crenças, ritualísticas e dogmas diferentes, nunca encontrei nada que me preenchesse por completo ou me sentisse contemplado inteiramente pelos ensinamentos. Estudei e frequentei lugares dos mais diversos possíveis. Estudei espiritismo kardecista, ocultismo, santo daime, umbanda, reiki, cristianismo, protestantismo, ouvi gurus, mestres e professores espirituais das mais diversas áreas, busquei na física quântica, fiz desenvolvimento mediúnico, me comuniquei com guias espirituais e ainda assim me faltava algo nesta busca e quando o contato com meus mentores se fez eu sempre pedia que me guiassem num caminho que eu pudesse comtenplar o verdadeiro “religare” com a fonte.

Eu não conseguia me vincular a nenhuma religião, pois me sentia limitado, preso em crenças que por vezes eu não concordava, nenhuma delas abrangia todos os ensinamentos que eu já havia estudado e tido experiências, até que enfim achei uma linha universalista que me identifiquei bastante, fiquei quatro anos vinculado à ela, no qual me ensinou muito sobre como enxergar as semelhanças que todas essas religiões, crenças e práticas tinham. Após estes quatro anos, senti que meu tempo naquele local havia chegado ao fim.

Até o momento que eu cansei de buscar, me vi em uma noite escura da alma, onde parecia que tudo o que eu acreditava ruiu, alguns percalços no caminho, quedas e mais quedas e me vi sem chão, sem fé e totalmente desacreditado de tudo, parecia um renascimento para que algo novo pudesse existir, foi dolorido, mas foi o maior aprendizado que tive na vida e nesse momento percebi que o caminho ia ser mais solitário a partir de então.

Pedia sempre em preces e orações para que meus mentores espirituais me guiassem para um caminho onde eu pudesse ter um contato íntimo com a fonte. Até que um dia simplesmente por parar de buscar tudo veio à tona. Parei, sentei-me em posição meditativa e silenciei a mente e percebi que esse tempo todo buscando não tinha sido em vão, todos os aprendizados me foram úteis para eu perceber que a fonte universal habitava em mim, então para que essa busca sem fim se todas respostas podiam ser obtidas aqui dentro do coração.

Por muito tempo nos foi ensinado a buscar muito fora, orar, pedir, agradecer, tudo isso é válido, mas esquecemos o essencial que é só relembrar que somos mestres encarnados, co-criadores da nossa realidade, somos budas, cristos, só nos esquecemos desse estado búdico ou crístico. E quando relembramos não há mais culpa, pecado, intermediadores, estes nos servem como exemplo a ser seguido no caminho da ascensão espiritual.

E então percebi que ao invés de adquirir mais conhecimento eu deveria me esvaziar desse conhecimento, para que o meu verdadeiro ser tivesse espaço para habitar o meu ser encarnado. Para que a energia universal, a fonte, o criador pudesse enfim tomar conta de tomos os meus corpos tanto sutis como densos.

A partir do momento que só somos e vivemos o aqui e agora, sem nos preocupar com o futuro ou o passado, com todos os problemas ao nosso redor, entendemos que o agora é eterno e que centrados nessa eternidade o mundo pode cair ao nosso redor que estaremos plenos na paz e sabedoria búdica ou crística  que os grandes avatares vieram para exemplificar, isso nem sempre é fácil, manter esse equilíbrio no mundo de provas e expiações, é um constante aprendizado que temos a eternidade para alcançar.

Cada um encontra o seu religare de maneiras distintas, muitos nem precisam disso, pois entendem que a ligação com a fonte nunca foi desfeita, só é esquecida em meio a essa matrix de controle em que vivemos. Outros nem tem contato com religiões ou temas espiritualistas e conseguem fazer o caminho de retorno à fonte – vivendo um dia de cada vez, entendendo a impermanência da vida e buscando um equilíbrio interior e ser melhor a cada dia. Paz e bem a todos e que a cada dia possamos viver esse eterno AQUI E AGORA.

Paulo Coutinho -07-10-2017

 

Ser só ser se iluminar

Relaxar a mente meditar

Na luz da divindade una

O coração do lótus brilhará

Desdobrar-se em ondas, flutuar

Ir encontrar Sidarta

Face a face com a paz (Ir encontrar Sidarta)

Seus caminhos de repente se iluminarão

E a sua frente só uma direção se abrirá

Sidarta

Finalmente compreender que o caminho

a percorrer é pra dentro do ser (Sidarta)

Que toda vida brilhará

Quando a alma mergulhar na luz de Brahma

Sidarta Gautama

Anúncios

Tara Verde e seu mantra

greentara1

Tara (Sânscrito: Syamatara; Tibetano: Sgrol-ljang) é conhecida na filosofia budista como a Grande Deusa Bondosa, a Salvadora, “senhora dos barcos”, salva os ‘náufragos’ do mundo, leva-os do oceano do samsara para a ‘outra margem’ que é o nirvana. Sua essência é o ar, o vento, “nosso hálito da vida, inspirando-nos a viver, a nos movimentarmos e a agir de acordo com a verdade”. É considerada veloz, por sua atitude rápida a ajudar, sem impedimentos por sua grande sabedoria e compaixão. Ela é a divindade nacional do Tibete,  a grande mãe da compaixão, o aspecto feminino de Buda (do ser desperto), indissociável do estado desperto iluminado.

Tara, a Salvadora, a Libertadora, apareceu no século II. Seu culto se estendeu sobre praticamente todo o território afro-egeu-asiático e teve seus devotos por toda população pré-ariana da Índia.

A origem do culto de Tara é descrita pelo famoso escritor e historiador medieval Taranatha no seu livro de 1608: “A origem do tantra de Tara”. Segundo o autor, o mito de Tara conta que numa era muito antiga (um “eon” – o tempo entre o aparecimento e o desaparecimento de um Universo), havia uma princesa chamada “Lua de Sabedoria”, que era discípula de um Buddha, que era seu Guru e recebeu dela uma oferenda de 19.000m3 de preciosidades por sua imensa devoção. Por essa devoção esta princesa atingiu as mais altas realizações espirituais.

Foi lhe dito que, como um dos diversos resultados de sua prática, ela ia renascer como homem, pois era mais benéfico do que nascer mulher, porque poderia viver na floresta, ou numa gruta deserta, sem ser desejada. Mas a princesa não aceitou, pois já haviam muitos iluminados sob a forma masculina e a forma feminina poderia inspirar mais mulheres. Ficou em retiro e após longas meditações ela atingiu o altíssimo estado de “não origem”, o estado real da mente e dos fenômenos “incriados”, sem início ou fim, ilimitado.

A partir de então ela passou a ser conhecida como Tara (Tare ou Drolma) a “salvadora”, ou “aquela que libera” e também como Arya Tara, a Nobre Tara, a Salvadora, a Estrela, Grande Veloz, Protetora e Eliminadora dos Oito Medos. Tara é uma “deidade meditacional”, corporificação da atividade de todos os Buddhas.

Em seu mito, conta-se que Avalokiteshavara, o Buda da Compaixão, que em profundo pesar pelos sofrimentos do seres no samsara, derramou infindáveis lágrimas dos olhos formarando um lago no qual emergiu uma flor de lótus. Quando a flor se abriu, a maravilhosa Tara saiu de dentro dela, prometendo ao Buddha defender a todos os seres em todos os mundos, de forma imediata e heróica, para remover obstáculos, para proteção e em situações de medo. Conta-se também que na época de Buda Amogashidhi (em outro éon), Tara entrou em novo estado de concentração para proteger os seres do perigo dos medos e dos demônios e beneficiou muitos seres oferecendo-lhes muita ajuda imediatamente quando chamada. Este estado é chamado “a concentração que completamente conquista os demônios”. Por ser sempre veloz em socorrer, ela foi conhecida como rápida e corajosa.

O termo Tara é derivado da raiz “tri”, “atravessar”, possui o mesmo sentido em tibetano, correspondente a “Dreulma” ou “Drölma”. Como “Senhora do Barco”, ela conduz a alma que atravessa a corrente do samsara rumo à distante margem do nirvana. Tara tem o poder eterno de salvar as criaturas atravessando-os com total segurança pelo horrível “oceano da existência fenomênica, pois o mar inteiro é o brincar cintilante e ondulante de sua shakti”.

21_taras

O barco representa um símbolo de salvação. Tara é a Grande Deusa Bondosa que acalma a correnteza, com o apoio de suas inúmeras barqueiras trabalhando para salvar náufragos.

Tara é o arquétipo da Sabedoria interna que reside em todos os seres sencientes. Ela protege e guia até mais profundo inconsciente, ajudando a libertá-lo para a consciência.

Tara Verde é representada sentada sobre uma flor de lótus emergindo de um lago, porém quase todos os budas são apresentados sobre o lótus, sentados ou de pé. Veste roupas de realeza, com diversas cores e uma blusa ornamentada com jóias, mas que não cobrem seus seios. Na cabeça há uma tiara com jóias e um rubi ao centro simbolizando Amitabha, seu pai espiritual da família búdica do lótus. Cada mão mostra um mudra e possui o talo de uma flor de lótus com uma flor aberta e dois botões, indicando o alcance de sua atividade em todos os tempos. A perna esquerda está encolhida, indicando sua renúncia as paixões mundanas, mas a perna direita se estende e sai da flor, indicando sua presteza para acudir e ajudar todos os seres.

Seu mudra da mão direita é o de “dar-oferecer”, indicando sua habilidade para oferecer a todos os seres o que necessitam, enquanto a mão esquerda, na altura de seu coração, faz o mudra de “oferecer refúgio”.

Tara é descrita como “da cor da lua, calma, sorridente, sinuosa, irradiando luz de cinco cores…”. Sua terra pura chama-se “harmonia das folhas de turquesa”, mas possui 21 manifestações, com cores diferentes, que se expressam de acordo com a necessidade.

MANTRA PARA TARA VERDE

 OM -contém três sons: ah, oh e mm, e significa as imensuráveis qualidades dos corpos, da fala e das mentes dos seres iluminados.

T TARE: TARE -“Aquela que liberta.”

Tuttare: TUTTARE-“Que elimina todos os medos.”

Ture: TURE-“Que concede todo o sucesso.”

Soha SOHA -por si mesmo significa “Possam as bênçãos de Tara que estão contidas no mantra om tare tuttare ture se enraizarem nos nossos corações.”

 LINK DO MANTRA:

https://www.youtube.com/watch?v=wo9KUjkPkmE

Ganesha

tumblr_lt3gftgf9z1qiyrjxo1_500

GANESHA é conhecido como Deus da prosperidade e removedor de obstáculos. Ganesha pertence à família de deuses mais populares do Hinduísmo. Ele é  filho de Parvati e Shiva. Ganesha tem uma enorme cabeça de elefante, indicando sua capacidade intelectual e a firme dedicação ao estudo das escrituras.

Ganesha é o Sábio. Ganesha tem na fronte o Vibhuti e um pequeno tridente indicando que é filho de Shiva – o Senhor da disciplina e da aniquilação da ignorância, indica também, que o sábio tem sempre em mente o Ser Supremo. É adorado principalmente entre os homens de negócio e mercadores, devido ao fato de estar relacionado com a boa fortuna e sabedoria.

Conta a história que Shiva, decidindo se retirar em meditação numa caverna, deixou Parvati em casa à espera de um filho. Após muito anos (alguns textos dizem milênios), Shiva retorna à casa. Pai e filho não se reconhecem e travam uma luta onde Shiva termina por cortar a cabeça do próprio filho.

Parvati desolada, rejeita o marido que, arrependido, sai pela floresta até encontrar o primeiro animal pela frente. Shiva corta a cabeça do elefante e leva até o filho que passa a ter então o corpo de um humano e a cabeça do animal mais forte da floresta.

O ANIVERSÁRIO DE GANHESHA – GANESHA CHATURTHI

Ganesha Chaturthi cai no quarto dia da quinzena de lua escura no mês Hindu de Bhadra(setembro), exatamente no dia 11 de setembro. Neste dia, as pessoas por toda parte na Índia celebram o aniversário de Ganesha. Ganesha é um símbolo muito poderoso do Yoga, e uma lembrança de como deveria ser nossa visão para administrar nossas vidas, com objetivo de viver mais harmoniosamente e conscientemente.

Ganesha é um dos personagens mitológicos mais populares da Índia. É considerado o destruidor dos obstáculos ao desenvolvimento espiritual e material, permitindo aos seus devotos alcançar as riquezas e assegurando o êxito em todos os empreendimentos, por isso é a primeira divindade reverenciada em todos os rituais hindus.

Chaturthi quer dizer ‘o quarto’. Aqui especificamente recorre ao quarto estado de ser, super-consciência. Um indivíduo tem que buscar a ajuda de Ganesha se ele desejar chegar a este quarto estado. Por isto que o festival é chamado Ganesha Chaturthi. É uma lembrança que se devem buscar as bênçãos de Ganesha para se ter sucesso no Sadhana Yogui (prática de Yoga).

A palavra Ganesha é composta de duas palavras do sânscrito: Gana (criado ou administrador) eIsha (supremo). Então Ganesha quer dizer literalmente ‘o administrador’ supremo. Ele também é conhecido amplamente como Ganapati, ‘o administrador’ principal. A palavra Gana nesse contexto tem significado especial. A mente cósmica e individual tem aspectos diferentes ou poderes; estes são chamadas Ganas. Ganesha é o chefe ou o que possui maior destes poderes, que controla todos os outros. O poder da inteligência que dirige tudo no cosmo e no homem.

Ganesha simboliza aquela inteligência inexplorada dentro de cada um de nós. O propósito de adorar e evocar Ganesha é provocar a transformação interna, enquanto resultando de uma expressão de pura inteligência, despertado progressiva e gradualmente por Sadhana Yogui, ou seja, práticas de Yoga.

O grande festival de Ganesha, também conhecido como ‘Vinayak Chaturthi’ ou ‘Vinayaka Chavithi’ é celebrado ao redor do mundo como o aniversário de Senhor Ganesha.

O festival é observado durante o mês de Bhadra (meados de agosto a meados de setembro) e é o mais grandioso e mais elaborado de todos, especialmente no o estado ocidental da Índia de Maharashtra, onde dura 10 dias, encerrando no dia de ‘Ananta Chaturdashi’.

Este ritual é chamado “pranapratishhtha”. Depois a estatua é ungida com cumcum ou pasta de sândalo (chandan de rakta). Por toda a cerimônia, hinos védicos e stotram de Ganesha são cantados.

No final de 10 dias, a imagem é levada às ruas em procissão acompanhada com dança, cantos, para ser imersa num rio ou no mar, simbolizando um adeus ao Senhor para sua viagem de volta a sua morada em Kailash, levando com ele o azar de todo homem.

Oferendas de pudim ou doce são feitas junto a orações para que Ele possa remover todos os obstáculos do caminho espiritual.

Este é um dia auspicioso para se fazer resoluções espirituais e orar ao Senhor Ganesha por força espiritual interior e atingir êxito em todos os nossos empreendimentos.

Que as benções de Sri Ganesha possam estar sobre você!

Que todos os obstáculos em seu caminho espiritual sejam vencidos!

Que Ele vos abençoe com prosperidade e liberação!

O mantra Om Gam Ganapataye Namah (“Eu te saúdo, Senhor das tropas”) é um dos mais utilizados e conhecidos mundialmente, experimentem mantrar durante uma semana e verão seus resultados imediatamente, caminhos sendo abertos!!!

 

 

 

Quarto Raio – Branco Cristal

serapis-bey-1024x576

Chohan

MESTRE SERAPHIS BEY

Sob a proteção de Mestre Ascensionado Seraphis Bey, Chohan ou Diretor do Quarto Raio está a Chama da Ascensão em Luxor, Egito, que juntamente com o Foco de Purificação foram transferidos para a terra Egípcia antes que o Continente da Atlântida submergisse nas águas do oceano. No Raio da Chama Branca repousa o Santo Ser Crístico até que os homens sejam capaz de manifestá-lo no planeta Terra.

O Quarto Raio abrange a Chama Branca da Pureza, a Chama da Ressurreição, O Plano Imaculado e a Chama da Ascensão. O Chohan do Quarto Raio, que erigiu o Foco da Purificação e da Chama da Ascensão, é o Mestre Ascensionado Serapis Bey.

O Quarto Raio é a “Ponte” entre o reino interior da perfeição e a manifestação do Plano Divino no mundo da forma. Por meio deste raio, o Elohim da Pureza expressa a Sua virtude. É Ele Quem mantêm o Plano Imaculado de evolução da Terra e do ser humano; e o Arcanjo Gabriel é Quem atrai a Chama da Ascensão por meio do Raio Branco. As pessoas que pertencem a este raio geralmente possuem talento artístico para a música, dança, canto, pintura, escultura e arquitetura. São quase sempre dotadas de poderes espirituais, de bastante coragem e de muita perspicácia.

O nome de Serapis Bey é com frequência associado às antigas Escolas dos Mistérios, porém, sua energia é muito mais antiga. Embora tenha sido venerado neste planeta como o Deus Osíris na Atlântida, como Hermes Trimegisto e como Thoth, a sua atividade na Terra é muito mais antiga do que isso.

Em Atlântida, como um rei/sacerdote já atuava no Templo da Ascensão. Com a proximidade da queda da Atlântida, os oficiantes e guardiões das chamas sagradas foram avisados e, assim, ele fugiu com seu grupo de servidores da luz, para Luxor, no Egito, onde ancorou o novo Templo da Ascensão.

templo_de_luxor_egito_13-05

É do mesmo templo, posteriormente realocado para a Quarta Dimensão, que ele atua como Mestre do Quarto Raio para a humanidade, sustentando os atributos da pureza, ascensão, artes, ressurreição, autodisciplina.

Serapis Bey teve várias encarnações no Egito. As mais conhecidas foram como os faraós Akenaton IV e Amenófis III (construtor do Templo de Tebas e de Karnak), Faraó Amenhotep III e Leônidas, Rei de Esparta – 480 a.C.

Apaixonado por arquitetura, construiu noutra de suas encarnações, na Grécia, o famoso Parthenon. Tem sido grande construtor de templos, tanto físicos como internos, a serviço da Luz. Ascencionou no século IV a.C.

Muitas pessoas que nasceram a partir de 1954, podem ter em seus peitos gravada a palavra “ASCENSÃO”, estando mais ligadas do que imaginam à Higienização planetária e à esse amoroso Mestre, pois ele avalizou a vinda de muitos de nós, perante a juizes e conselheiros do Conselho Cármico, segurando-nos pelas mãos, responsabilizando-se mesmo por nós, assegurando que em nossos corações pulsava a verdade e que nossa essência guardava um vívido grito de liberdade para edificar o grande Raio da imortalidade

QUARTO RAIO – CHAMA BRANCA

INVOCAÇÃO

Poderosa Presença Divina EU SOU, fonte de tudo o que existe, presente no coração de toda a humanidade, nós Vos amamos e adoramos! Nós Vos reconhecemos como a Doadora de nossa vida, inteligência e substância, de tudo o que somos; sois a Provedora de tudo o que possuímos.

Mantende-nos selados em Vossa Luz, Amor, Sabedoria e Poder da Vitoriosa realização!

Guardai e protegei-nos, guiai e conduzi-nos, e dai-nos a Iluminação da Verdade, para que sejamos livres por meio da Vitoriosa Ascensão.

A todos Vós, Bem-Amados Mestres Ascensionados, Grandes Seres Cósmicos, Doze Elohim, Doze Arcanjos, Doze Chohans e especialmente Vós, Bem-Amados Saint Germain, El Morya, Diretor Divino, Jesus – o Cristo, Mãe Maria, João – o Amado, Maha Chohan e Serapis Bey e a Fraternidade de Luxor e a todos os que servem no Quarto Raio, enviamos nosso amor.

Ouvi o chamado de nossos corações! Amparai cada um de nós, para que possamos conquistar a nossa ascensão, nesta encarnação.

Flamejai a Chama da Ascensão através de cada partícula de nossos corpos físico, etérico, mental e emocional, e através de todas as nossas aspirações; e imprimi em tudo, Vossa Grande Perfeição.

Nós Vos agradecemos!

Mensagem do Mestre:

Amados irmãos:  

Na Chama Branca de Luxor, o Poder da Ascensão e da Harmonia abençoam a humanidade para que cada um reencontre seu caminho verdadeiro, direcionando suas atividades ao Plano Maior de Deus-Pai-Mãe. Que possais invocar a Fraternidade de Luxor para que na Luz de uma nova freqüência todos os vossos ideais sejam concretizados na Unidade e no Amor . Projetai à vossa frente uma grande pirâmide branca que se expande, se expande, se expande cada vez mais envolvendo todos os Seres em Luz. Quanto mais Seres estiverem compartilhando a mesma forma-pensamento, maiores serão as manifestações de Paz e Unidade na Terra.

Amor e Luz,

EU SOU Seraphis Bey em vós”