O EU SUPERIOR, NOSSO VERDADEIRO MESTRE

A INCORPORAÇÃO DO EU SUPERIOR

A INCORPORAÇÃO DO EU SUPERIOR, É UM PROCESSO QUE CONSISTE BASICAMENTE NUMA TRANSFORMAÇÃO GRADUAL DOS CORPOS DE MANIFESTAÇÃO, ATRAVÉS DA “DESCIDA” DE UMA CONSCIÊNCIA SUPERIOR, DAS ESFERAS MAIS SUTIS ÀS MAIS DENSAS.

COMENTAREMOS AQUI ALGUMAS CARACTERÍSTICAS DESTE PROCESSO, PARA QUE O MESMO POSSA SER RECONHECIDO POR VOCÊ, UMA VEZ QUE ESTEJA PASSANDO POR ELE.

TODOS OS SERES HUMANOS, DENTRO DE SEUS SISTEMAS DE PENSAMENTO, POSSUEM PADRÕES DETERMINADOS DE COMPORTAMENTO, DETALHADAMENTE PROGRAMADOS PELOS CÓDIGOS GENÉTICOS. ESTES PADRÕES PODEM SER INCRIVELMENTE ALTERADOS, RESULTANDO ASSIM NUMA REPROGRAMAÇÃO GENÉTICA DE TODO O CORPO HUMANO. POR QUE MOTIVO ESTES PADRÕES SÃO ALTERADOS?

QUANDO EXISTE UMA PROGRAMAÇÃO EXISTENCIAL PARA DETERMINADA PESSOA, NO SENTIDO DE QUE ELA VOLTE À SUA ORIGEM ESPIRITUAL ENQUANTO ENCARNADA, ATRAVÉS DE UM LONGO PROCESSO, OCORREM ESTAS ALTERAÇÕES DE PADRÃO GENÉTICO. ESTES PROCESSOS RARAMENTE OCORREM E QUANDO OCORREM SÃO TOTALMENTE GUIADOS PELO ALTO. TRATA-SE NA VERDADE DE TODA UMA CIÊNCIA ESPIRITUAL RELACIONADA A ESTE PROCESSO. EVIDENTEMENTE, NÃO FORNECEREMOS AQUI DADOS CIENTÍFICOS. O IMPORTANTE É QUE SE POSSA TER UMA COMPREENSÃO BÁSICA DO PROCESSO. PARA AQUELES QUE JÁ ESTÃO PASSANDO PELO PROCESSO, NÃO SERÁ MUITO DIFÍCIL IDENTIFICAR-SE COM ELE.

APÓS UM LONGO TEMPO DE EXPERIÊNCIAS DO SER HUMANO NO MUNDO MATERIAL, E UMA ADAPTAÇÃO BÁSICA A ELE, SUCEDE UMA ETAPA IMPORTANTE NA VIDA DESTE SER. A PRINCÍPIO, ESTA SEGUNDA ETAPA PODERÁ OFERECER DIFICULDADE DE COMPREENSÃO POR PARTE DA PESSOA ENVOLVIDA NO PROCESSO. O MOTIVO DESTA DIFICULDADE, É O SENTIMENTO DE DESCONTINUIDADE EM RELAÇÃO AOS PADRÕES COMUNS DO PLANO FÍSICO, À MEDIDA QUE NO SENTIDO ESPIRITUAL NÃO HÁ DESCONTINUIDADE, MAS SIM UMA CONTINUIDADE.

NESTA IMPORTANTE ETAPA, SUCEDERÃO IMPORTANTES E ESSENCIAIS MUDANÇAS NOS CONCEITOS RELACIONADOS À VIDA DE UMA FORMA GERAL. ESTA MUDANÇA DE CONCEITOS COMEÇA A OCORRER NO INCONSCIENTE, PROCURANDO EXPANDIR-SE ATÉ A MENTE CONCRETA, RESULTANDO TAMBÉM NUMA MUDANÇA DE COMPORTAMENTOS E ATITUDES.

O QUE OCORRE NESTA ETAPA, ESSENCIALMENTE, É UMA REAVALIAÇÃO TOTAL DOS CONCEITOS CULTUADOS PELA PESSOA DURANTE MUITO TEMPO. CONCEITOS ANTES COMUNS SE TORNARÃO AGORA CONCEITOS VELHOS E CADA VEZ MAIS INÚTEIS. ESTES CONCEITOS, PORTANTO, PERDERÃO SEU ESPAÇO GRADATIVAMENTE PARA OS PRINCÍPIOS DE ORDEM SUPERIOR. HAVERÁ UMA INTOLERÂNCIA DA PESSOA PARA COM ELA MESMA, COM A SUA PRÓPRIA MANEIRA DE SER. ISTO SIGNIFICA QUE ELA NÃO MAIS SE ACEITA COMO É NO MOMENTO, POIS EXISTE UMA COBRANÇA INCONSCIENTE, NO SENTIDO DE UM APRIMORAMENTO MAIS RÁPIDO DE TODAS AS IMPERFEIÇÕES DO SER HUMANO.

ESTAS IMPERFEIÇÕES AFLORARÃO, PARA QUE POSSAM SER DEVIDAMENTE TRABALHADAS. ESTAMOS NOS REFERINDO A IMPERFEIÇÕES DE ORDEM GENÉTICA, MENTAL E CORPORAL. PODERÍAMOS DIZER QUE TAIS IMPERFEIÇÕES SÃO TAMBÉM, E PORQUE NÃO, IMPUREZAS ESPIRITUAIS. ASSIM, PODEMOS DIZER TAMBÉM QUE O PROCESSO ESTÁ RELACIONADO A UMA PURIFICAÇÃO DOS CORPOS INFERIORES. ESTA PURIFICAÇÃO OCORRE ATRAVÉS DE UMA SUBSTITUIÇÃO DE PENSAMENTOS NOCIVOS AO SER HUMANO, PENSAMENTOS ESTES ASSOCIADOS DIRETAMENTE ÀS TREVAS, OU ENTÃO IMPOSTOS POR ELAS.

À MEDIDA QUE SE TENHA A COMPREENSÃO DO QUANTO NÓS SOMOS LIVRES PARA EXPRESSAR NOSSO PENSAMENTO, VEREMOS O QUANTO FOMOS MANIPULADOS NO PASSADO E QUANTA LIBERDADE AINDA PODEMOS CONQUISTAR, MESMO EM MEIO A TANTOS SISTEMAS OPRESSORES NA SOCIEDADE E NO PENSAMENTO DA POPULAÇÃO DE MASSA. A MAIOR DESCOBERTA QUE SE FARÁ, EM TAL OCASIÃO, É JUSTAMENTE PERCEBER QUE NÓS SOMOS LIVRES E INDEPENDENTES DESTA SOCIEDADE, EMBORA POSSAMOS TER MUITO VÍNCULOS COM ELA, O QUE É ABSOLUTAMENTE NORMAL E NATURAL.

TODO ESTE PROCESSO, TEM UM OBJETIVO FINAL. ESTE OBJETIVO É PERMITIR UMA MANIFESTAÇÃO MAIS PLENA DE NOSSO EU SUPERIOR ATRAVÉS DE NOSSA PRESENÇA FÍSICA. TRATA-SE, PORTANTO, DE UM PROCESSO DE ANCORAMENTO DE FREQUÊNCIAS ELEVADAS À SUPERFÍCIE FÍSICA. O OBJETIVO É FAZER COM QUE AS FREQUÊNCIAS ELEVADAS TENHAM CADA VEZ MAIS ESPAÇO PARA SE MANIFESTAR ATRAVÉS DO CORPO FÍSICO E DA MENTE, FAZENDO ASSIM COM QUE TAL FREQUÊNCIA TORNE-SE CONSTANTE NO PLANO FÍSICO.

À MEDIDA QUE AS FREQUÊNCIAS TORNAM-SE CONSTANTES NO PLANO FÍSICO, SIGNIFICA QUE ESTAS FREQUÊNCIAS ESTÃO SENDO ANCORADAS COM SUCESSO. E O QUE SIGNIFICA ISSO? SIGNIFICA UM GRANDE BENEFÍCIO PARA O INCONSCIENTE COLETIVO, QUE RECEBERÁ UMA FREQUÊNCIA MAIS ALTA E MAIS FACILMENTE PODERÁ INSPIRAR OS CORAÇÕES RECEPTIVOS A DESPERTAREM PARA ESTA NOVA REALIDADE DA NOVA ERA, QUE AOS POUCOS SE CONCRETIZA. O CRESCIMENTO ESPIRITUAL DE UMA PESSOA, CAUSA UM EFEITO SEMELHANTE A TODAS AS PESSOAS AO SEU REDOR.

SE UMA PESSOA EVOLUI, AS PESSOAS AO SEU REDOR TAMBÉM ACOMPANHARÃO ESTA EVOLUÇÃO, DE FORMA GRADUAL. EXISTEM ATUALMENTE MUITOS SERES ENCARNADOS, QUE VIERAM AO MUNDO EXATAMENTE COM ESTA MISSÃO DE ANCORAMENTO DESTAS FREQUÊNCIAS ELEVADAS. APENAS UMA PESSOA EM METAMORFOSE JÁ POSSUI EM SI A POSSIBILIDADE DE MODIFICAR O MUNDO, ATRAVÉS DA EVOLUÇÃO DO SEU PROCESSO INDIVIDUAL. PORÉM, COMO EXISTEM MUITAS PESSOAS QUE ESTÃO TRABALHANDO NESTE PROCESSO, UMA IMENSA REAÇÃO EM CADEIA FAZ COM QUE O MUNDO, COMO UM TODO, RECEBA GRADUAIS AVANÇOS DE CONSCIÊNCIA PLANETÁRIA. ESTA CONSCIÊNCIA PLANETÁRIA É A CONSCIÊNCIA DO TODO, A ESSÊNCIA DO PENSAMENTO DE TODOS OS HABITANTES DO PLANETA TERRA.

SIMBOLICAMENTE, O PROCESSO DE INCORPORAÇÃO DO EU SUPERIOR À CONSCIÊNCIA PODE SER DESCRITO COMO UM SER ESPIRITUAL DE ELEVADÍSSIMA EVOLUÇÃO, QUE “DESCE” E INCORPORA-SE AO CORPO FÍSICO. MAS ESTA INCORPORAÇÃO É NA VERDADE UM GRADUAL PROCESSO DE ACOPLAMENTO, E NUNCA SE DARÁ DE UMA FORMA ABRUPTA. ESTE PROCESSO DE ACOPLAMENTO É TÃO GRADUAL QUE PODE DURAR POR MUITOS E MUITOS ANOS.

À MEDIDA QUE O ACOPLAMENTO OCORRE, A CONSCIÊNCIA SE TORNARÁ MENOS OSCILANTE ENTRE A LUZ E AS TREVAS, CAUSANDO A INTEGRAÇÃO DAS DUAS FORÇAS ATRAVÉS DE UM PROCESSO DE TRANSMUTAÇÃO DAS NEGATIVIDADES. TAMBÉM DURANTE O ACOPLAMENTO, HAVERÁ A ATIVAÇÃO DO SISTEMA ÁUDIO-VISUAL DA PESSOA. PODERÃO SER VISTOS PONTOS DE LUZ, ALGUNS SE MOVIMENTANDO RAPIDAMENTE, COMO PEQUENAS ESTRELAS FAISCANTES.

UMA INTENSA CIRCULAÇÃO DE ENERGIAS PELO CORPO SERÁ CONSTANTE, A PARTIR DE UM DETERMINADO ESTÁGIO DO PROCESSO. PODERÃO HAVER TREMORES CORPORAIS, ALGUNS DE FORMA MENOS INTENSA, OUTROS NÃO. A PULSAÇÃO SANGUÍNEA PODE TORNAR-SE INCRIVELMENTE ACELERADA. TUDO ISSO É DEVIDAMENTE CONTROLADO PELO ALTO E PELOS SERES DE LUZ, NÃO HAVENDO, PORTANTO, NENHUM RISCO DE QUALQUER ESPÉCIE PARA ESTAS PESSOAS.

TUDO VISA A INTEGRAÇÃO E ADAPTAÇÃO CONSCIENTE DA PRÓPRIA DIVINDADE, PODENDO-SE ENTÃO MAIS FACILMENTE VISLUMBRAR-SE NO UNIVERSO INTERIOR, UM CENÁRIO MAIS APROXIMADO DE NOSSOS ANSEIOS INTERIORES. À MEDIDA QUE O INTERIOR SE MODIFICA, O EXTERIOR TAMBÉM ACOMPANHARÁ ESTA EVOLUÇÃO. PERCEBA COMO A SUA FORMA DE OBSERVAR O MUNDO SE MODIFICARÁ. VEJA COMO TUDO SE TORNA MAIS BELO E MAIS SIMPLES.

UTILIZE-SE DESTES PROCESSOS PARA O SEU PRÓPRIO BENEFÍCIO, AO INVÉS DE ENTREGAR-SE A SOFRIMENTOS EVENTUALMENTE OCASIONADOS POR ESTAS MUDANÇAS. PROCURE COMPREENDER, PARA OBTER A COMPREENSÃO QUE TANTO DESEJA. BUSQUE AS SUAS RESPOSTAS NO MAIS ÍNTIMO DE SUA ESSÊNCIA. INVOQUE A SUA PRESENÇA EU SOU, E TUDO SE TORNARÁ MAIS CLARO, MESMO NOS MOMENTOS MAIS DIFÍCEIS. LEMBRE-SE SEMPRE: VOCÊ É A IMAGEM E A PRESENÇA VIVA DO AMOR!

Fonte: Livro ‘O EU SUPERIOR’ de Leandro Pires

Silêncio

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Por- Anthony Strano. Diretor dos Centros da Brahma Kumaris na Grécia, Hungria e Turquia. Este artigo foi extraído de sua brochura “The Alpha Point” (O Ponto Alfa), publicado pela Brahma Kumaris Information Services Ltd., Londres, 1998.

Anthony Strano aponta o caminho para uma conversa com Deus.

Quando o silêncio é profundo, transbordante de plenitude, quando não há mais nenhum desejo de som, quando há concentração completa em Deus, então, o pensamento, como uma flecha, encontra e se funde com sua meta; lá, a alma humana não apenas vê Deus, mas é absorvida na pureza daquele Ser; absorvida totalmente, completamente, absolutamente. Preenchida com a luz pura que agora se tornou seu ser, a alma irradia essa energia como paz e amor pelos outros; um farol vivo.

O silêncio é a ponte de comunicação entre o Divino e o divino no humano. O silêncio é o lugar onde eu encontro o que é mais precioso.

O silêncio espiritual é o posicionamento do coração e da mente em prontidão para a comunicação com Deus. Nem a comunicação é baseada nas palavras repetitivas, nem nas teorias intelectuais nem em pedir a satisfação de desejos limitados. A comunicação sagrada é a harmonização do “eu” original com O Eterno.

O silêncio espiritual me dá a energia pura e altruísta da Fonte Criadora, para sair do casulo da poeira e da rotina, abrindo os horizontes ilimitados de uma nova visão. Para me liberar da negatividade, preciso de silêncio. Absorto nas profundezas, eu me renovo. Nessa renovação, a mente fica limpa, facilitando uma percepção diferente da realidade. A percepção mais profunda de todas é a minha própria eternidade.

O ato de silêncio é tão necessário para viver, quanto a respiração o é para a vida física. A força para viver precisa encontrar um ponto de tranquilidade a partir do qual eu começo e para o qual eu retorno todos os dias: um oásis de paz interior. O silêncio leva minha energia mental e emocional para um ponto de concentração, no qual posso ficar tranquilo. Sem essa tranquilidade interior, transformo-me numa marionete, puxada para lá e para cá por muitos cordões das influências externas diferentes. Esse ponto interno de tranquilidade é a semente da autonomia, que corta os cordões, e então interrompe a perda de energia.

O silêncio cura. O silêncio é como um espelho. Tudo é limpo. O espelho não culpa nem critica, mas me ajuda a ver as coisas como são, oferecendo um diagnóstico que me libera de todos os tipos de pensamentos errados. Como o silêncio faz isso? O silêncio renova a paz original do “eu”; uma paz que é inata, divina e, quando invocada, flui através do próprio ser, harmonizando e curando cada desequilíbrio. O silêncio é preenchido e preenche; gentil, poderosa e consistentemente ativo.

Para criar silêncio, dou um passo para dentro. Conecto-me com o meu “eu” eterno, a alma. Nesse espaço de perfeita tranquilidade, como em um ventre eterno, o processo de renovação e reestruturação começa. Lá, um novo padrão de energia pura é tecido.

Nesse espaço introspectivo, eu reflito. Lembro-me do que foi esquecido há muito tempo. Concentro-me vagarosamente e gentilmente e, ao fazer isso, aquelas marcas espirituais originais de amor, verdade e paz emergem e são sentidas como realidades pessoais e eternas. Através disso, a qualidade começa a entrar na vida. A qualidade é a proximidade com algo mais puro e mais verdadeiro em nós mesmos. A qualidade é o princípio para um pensamento mais iluminado e para a integridade da ação. Nesse espaço, o silêncio me ensina a ouvir, a desenvolver uma abertura para Deus.

Ouvir me leva à minha posição correta, abrindo o canal de receptividade. A receptividade me alinha com a realidade de Deus; um alinhamento muito necessário, se eu quiser conhecer verdadeiramente e me unir a Ele. Para a receptividade, devo me limpar de mim mesmo. Devo ficar limpo, desnudado, simples, despido de artificialidade, então, a comunicação genuína começa.

Ao ouvir, recebo. Ao receber, sinto e reflito, entrando gradualmente na concentração. A concentração é quando estou completamente absorto num pensamento. Onde há amor, a concentração é natural e constante, como a chama parada de uma vela irradiando sua aura de luz. O pensamento no qual estou absorto se torna o próprio mundo. Quando a mente humana está absorta no pensamento de Deus, a pessoa se sente ressuscitada; a harmonia de reconciliação é profundamente sentida. Nessa conexão silenciosa de amor, a pessoa se torna plenamente reconciliada, não como um processo intelectual, mas como um estado do ser. Eu desperto. Esse despertar é o lugar onde estou completamente consciente da Verdade. Simultaneamente, torno-me consciente das ilusões em mim e ao meu redor, e do esforço necessário para removê-las.

Esse despertar me permite responder e receber o que eu não perceberia normalmente, em níveis naturais ou sobrenaturais. No despertar, nesse estado elevado de conhecimento, uma pessoa se espiritualiza; ele ou ela se torna um ser mais verdadeiro. Dentro do silêncio, os raios sutis invisíveis de pensamento concentrado se encontram com Deus – esse é o poder do silêncio; isso é frequentemente chamado de meditação. O som não pode atingir esse encontro com Deus. O som só pode louvar e glorificar, através da música e do canto, a proximidade da união com o Divino; mas não pode criá-lo. Somente o silêncio cria a experiência prática da união.

O silêncio concentrado é o foco sem palavras da atenção pura em Deus. O amor por Ele torna o foco fácil e constante, preenchido. Essa proximidade do “eu” com o Supremo inevitavelmente inspira o desejo para a mudança em si; inspiração para melhorar-se, para tornar-se digno ao preencher o potencial original e, na medida do possível, compartilhar os frutos do potencial realizado com os outros. Essa partilha não é alcançada através de dizer muito, mas ao invés disso, através da integridade do exemplo pessoal.

No silêncio, a orientação mais profunda da consciência é o desejo de atingir a perfeição pessoal. Esse desejo é um resultado do fluxo divino de energia entrando na consciência humana e inspirando a crença no valor de si mesmo. A perfeição pessoal é aceita como possível. É a fé doada por Deus como um presente para a alma. A possibilidade da perfeição é aceita porque a alma sabe que não está só em seus esforços, ela tem constantemente o suporte do Amor Divino para chegar à sua meta.

Nessa conexão com Deus, a alma se preenche e se sente completa; ela encontrou o que estava procurando. O amor divino trabalha especialmente através do silêncio; a alma é desperta de seu sono da ignorância e recebe nova vida, como na história da Bela Adormecida. A alma é a Bela Adormecida, Deus é o príncipe e a ignorância é a bruxa que conjura sua maldição mágica de sono sobre a princesa. O amor de Deus pela alma é tal que ele não é barrado por nenhuma escuridão ou barreira, mas atinge a alma para despertá-la, trazendo-a de volta à vida, de volta à realidade. O amor quebra o feitiço de ferro.

É através do Amor que eu, como alma, sou despertado e reconheço minha eternidade. Minha realidade é muito mais do que minha aparência material. Minha eternidade é minha realidade. Essa é a verdade de minha existência. Em grego, a palavra para verdade é alithea, que significa “para não esquecer”. O ser humano está sob um esquecimento muito profundo; uma amnesia do espírito. Eu não posso atingir o estado desperto, o estado verdadeiro de mim mesmo com minhas próprias habilidades de intelecto. O alcance da Verdade não é uma questão de esperteza. Eu só posso despertar quando Deus me ajudar a me lembrar. Lembrar-se é um conhecimento verdadeiro; é a Verdade.

Para alcançar a mudança interior, o silêncio tem de ser preenchido com amor, não apenas com paz. Muitos pensam que é suficiente apenas experimentar paz no silêncio da meditação para atingir a transformação da consciência. A paz estabiliza; a paz harmoniza e silencia gentilmente. A paz coloca a fundação. Contudo, o amor inspira ativamente; o amor move o universo. O amor move todas as coisas em direção à sua liberdade e felicidade originais.

Ambos, paz e amor, são necessários e sua forma arquetípica vem de Deus, a Fonte Universal e Imutável. É esse silêncio pleno de Deus que restaura um ser humano e a terra para seu estado original.

No silêncio, nós realizamos que não é apenas um retorno às raízes; mas, até mais, é um retorno à Semente, ao Início; é um retorno para Deus, um retorno para mim mesmo, um retorno para um relacionamento correto.

Ramatís

RAMATIS Uma Rápida Biografia A ÚLTIMA ENCARNAÇÃO DE RAMATIS SWAMI SRI RAMATIS

Na Indochina do século X, o amor por um tapeceiro hindu, arrebata o coração de uma vestal chinesa, que foge do templo para desposa-lo. Do entrelaçamento dessas duas almas apaixonadas nasce uma criança. Um menino, cabelos negros como ébano, pele na cor do cobre claro, olhos aveludados no tom do castanho escuro, iluminados de ternura. O espírito que ali reencarnava, trazia gravada na memória espiritual a missão de estimular as almas desejosas de conhecer a verdade. Aquela criança cresce demonstrando inteligência fulgurante, fruto de experiências adquiridas em encarnações anteriores.

Foi instrutor em um dos muitos santuários iniciáticos na Índia. Era muito inteligente e desencarnou bastante moço. Já se havia distinguido no século IV, tendo participado do ciclo ariano, nos acontecimentos que inspiraram o famoso poema hindu “Ramaiana”, (neste poema há um casal, Rama e Sita, que é símbolo iniciático de princípios masculino e feminino; unindo-se Rama e atis, Sita ao inverso, resulta Ramaatis, como realmente se pronuncia em Indochinês) Um épico que conte todas as informações dos Vedas que juntamente com os Upanishades, foram as primeiras vozes da filosofia e da religião do mundo terrestre, informa Ramatis que após certa disciplina iniciática a que se submetera na china, fundou um pequeno templo iniciático nas terras sagradas da Índia onde os antigos Mahatmas criaram um ambiente de tamanha grandeza espiritual para seu povo, que ainda hoje, nenhum estrangeiro visita aquelas terras sem de lá trazer as mais profundas impressões à cerca de sua atmosfera psíquica. Foi adepto da tradição de Rama, naquela época, cultuando os ensinamentos do “Reino de Osiris”, o Senhor da Luz, na inteligência das coisas divinas. Mais tarde, no Espaço, filiouse definitivamente a um grupo de trabalhadores espirituais cuja insígnia, em linguagem ocidental, era conhecida sob a pitoresca denominação de “Templários das cadeias do amor”.

Trata-se de um agrupamento quase desconhecido nas colônias invisíveis do além, junto a região do Ocidente, onde se dedica a trabalhos profundamente ligados à psicologia Oriental. Os que lêem as mensagens de Ramatis e estão familiarizados com o simbolismo do Oriente, bem sabe o que representa o nome “RAMA-TIS”, ou “SWAMI SRI RAMA-TYS”, como era conhecido nos santuários da época. É quase uma “chave”, uma designação de hierarquia ou dinastia espiritual, que explica o emprego de certas expressões que transcendem as próprias formas objetivas. Rama o nome que se dá a própria divindade, o Criador cuja força criadora emana ; é um Mantram: os princípios masculino e feminino contidos em todas as coisas e seres. Ao pronunciarmos seu nome Ramaatis como realmente se pronuncia, saudamos o Deus que se encontra no interior de cada ser.

O templo por ele fundado foi erguido pelas mãos de seus primeiros discípulos. Cada pedra de alvenaria recebeu o toque magnético pessoal dos futuros iniciados. Nesse templo ele procurou aplicar a seus discípulos os conhecimentos adquiridos em inúmeras vidas anteriores. Na Atlântida foi contemporâneo do espírito que mais tarde seria conhecido como Alan Kardec e, na época, era profundamente dedicado à matemática e às chamadas ciências positivas. Posteriormente, em sua passagem pelo Egito, no templo do faraó Mernefta, filho de Ramsés, teve novo encontro com Kardec, que era, então, o sacerdote Amenófis. No período em que se encontrava em ebulição os princípios e teses esposados por Sócrates, Platão, Diógenes e mais tarde cultuados por Antístenes, viveu este espírito na Grécia na figura de conhecido mentor helênico, pregando entre discípulos ligados por grande afinidade espiritual a imortalidade da alma, cuja purificação ocorreria através de sucessivas reencarnações. Seus ensinamentos buscavam acentuar a consciência do dever, a auto reflexão, e mostravam tendências nítidas de espiritualizar a vida. Nesse convite a espiritualização incluía-se no cultivo da música, da matemática e astronomia. Cuidadosamente observando o deslocamento dos astros conclui que uma Ordem Superior domina o Universo. Muitas foram suas encarnações, ele próprio afirma ser um número sideral. O templo que Ramatis fundou, foi erguido pelas mãos de seus primeiros discípulos e admiradores. Alguns deles estão atualmente reencarnados em nosso mundo, e já reconheceram o antigo mestre através desse toque misterioso, que não pode ser explicado na linguagem humana. Embora tendo desencarnado ainda moço, Ramatis aliciou 72 discípulos que, no entanto, após o desaparecimento do mestre, não puderam manter-se a altura do padrão iniciático original. Eram adeptos provindos de diversas correntes religiosas e espiritualistas do Egito, Índia, Grécia, China e até mesmo da Arábia. Apenas 17 conseguiram envergar a simbólica “Túnica Azul” e alcançar o último grau daquele ciclo iniciático. Em meados da década de 50, à exceção de 26 adeptos que estavam no Espaço (desencarnados) cooperando nos trabalhos da “Fraternidade da Cruz e do Triângulo”, o 11 restante havia se disseminado pelo nosso orbe, em várias latitudes geográficas. Destes, 18 reencarnaram no Brasil, 6 nas três Américas (do Sul, Central e do Norte), e os demais se espalharam pela Europa e, principalmente, pela Ásia. Em virtude de estar a Europa atingindo o final de sua missão civilizadora, alguns dos discípulos lá reencarnados emigrarão para o Brasil, em cujo território – afirma Ramatis – se encarnarão os predecessores da generosa humanidade do terceiro milênio.

A Fraternidade da Cruz e do Triângulo, foi resultado da fusão no século passado, na região do Oriente, de duas importantes “Fraternidades” que operavam do Espaço em favor dos habitantes da Terra. Trata-se da “Fraternidade da Cruz”, com ação no Ocidente, divulgando os ensinamentos de Jesus, e da “Fraternidade do Triângulo”, ligada à tradição iniciática e espiritual do Oriente. Após a fusão destas duas Fraternidades Brancas, consolidaram-se melhor as características psicológicas e objetivo dos seus trabalhadores espirituais, alterandose a denominação para “Fraternidade da Cruz e do Triângulo” da qual Ramatis é um dos fundadores. Supervisiona diversas tarefas ligadas aos seus discípulos na Metrópole Astral do Grande Coração. Segundo informações de seus psicógrafos, atualmente participa de um colegiado no Astral de Marte. Seus membros, no Espaço, usam vestes brancas, com cintos e emblemas de cor azul claro esverdeada. Sobre o peito trazem delicada corrente como que confeccionada em fina ourivesaria, na qual se ostenta um triângulo de suave lilás luminoso, emoldurando uma cruz lirial. É o símbolo que exalta, na figura da cruz alabastrina, a obra sacrificial de Jesus e, na efígie do triângulo, a mística oriental. Asseguram-nos alguns mentores que todos os discípulos dessa Fraternidade que se encontram reencarnados na Terra são profundamente devotados às duas correntes espiritualistas: a oriental e a ocidental. Cultuam tanto os ensinamentos de Jesus, que foi o elo definitivo entre todos os instrutores terráqueos, tanto quanto os labores de Antúlio, de Hermés, de Buda, assim como os esforços de Confúcio e de Lao-Tseu. É esse um dos motivos pelos quais a maioria dos simpatizantes de Ramatis, na Terra, embora profundamente devotados à filosofia cristã, afeiçoam-se, também, com profundo respeito, à corrente espiritualista do Oriente. Soubemos que da fusão das duas “Fraternidades” realizada no espaço, surgiram extraordinários benefícios para a Terra.

Alguns mentores espirituais passaram, então, a atuar no Ocidente, incumbindo-se mesmo da orientação de certos trabalhos espíritas, no campo mediúnico, enquanto que outros instrutores ocidentais passaram a atuar na Índia, no Egito, na China e em vários agrupamentos que até agora eram exclusivamente supervisionados pela antiga Fraternidade do Triângulo.

Os Espíritos orientais ajudam-nos em nossos trabalhos, ao mesmo tempo em que os da nossa região interpenetram os agrupamentos doutrinários do Oriente, do que resulta ampliarse o sentimento de fraternidade entre Oriente e Ocidente, bem como aumentar-se a oportunidade de reencarnações entre espíritos amigos. 12 Assim processa-se um salutar intercâmbio de idéias e perfeita identificação de sentimentos no mesmo labor espiritual, embora se diferenciem os conteúdos psicológicos de cada hemisfério. Os orientais são lunares, meditativos, passivos e desinteressados geralmente da fenomenologia exterior; os ocidentais são dinâmicos, solarianos, objetivos e estudiosos dos aspectos transitórios da forma e do mundo dos Espíritos. Os antigos fraternistas do “Triângulo” são exímios operadores com as “correntes terapêuticas azuis”, que podem ser aplicadas como energia balsamizante aos sofrimentos psíquicos, cruciais, das vítimas de longas obsessões. As emanações do azul claro, com nuanças para o esmeralda, além do efeito balsamizante, dissociam certos estigmas “pré- reencarnatórios” e que se reproduzem periodicamente nos veículos etéricos. Ao mesmo tempo, os fraternistas da “Cruz”, conforme nos informa Ramatis, preferem operar com as correntes alaranjadas, vivas e claras, por vezes mescladas do carmim puro, visto que as consideram mais positivas na ação de aliviar o sofrimento psíquico. É de notar, entretanto, que, enquanto os técnicos ocidentais procuram eliminar de vez a dor, os terapeutas orientais, mais afeitos à crença no fatalismo cármico, da psicologia asiática, preferem exercer sobre os enfermos uma ação balsamizante, aproveitando o sofrimento para a mais breve “queima” do carma.

Eles sabem que a eliminação rápida da dor pode extinguir os efeitos, mas as causas continuam gerando novos padecimentos futuros. Preferem, então, regular o processo do sofrimento depurador, em lugar de sustá-lo provisoriamente. No primeiro caso, esgota-se o carma, embora demoradamente; no segundo, a cura é um hiato, uma prorrogação cármica. Apesar de ainda polêmicos, os ensinamentos deste grande espírito, despertam e elevam as criaturas dispostas a evoluir espiritualmente. Ele fala corajosamente a respeito de magia negra, seres e orbes extra-terrestres, mediunismo, vegetarianismo etc. Estas obras (15 Psicografadas pelo saudoso médium paranaense Hercílio Maes (sabemos que 9 exemplares não foram encontrados depois do desencarne de Hercílio… assim, se completaria 24 obras de Ramatís) e 7 psicografadas por América Paoliello) têm esclarecido muito os espíritos ávidos pelo saber transcendental. Aqueles que já possuem características universalistas, rapidamente se sensibilizam com a retórica ramatisiana. Para alguns iniciados, Ramatís se faz ver, trajado tal qual Mestre Indochinês do século X, da seguinte forma, um tanto exótica: Uma capa de seda branca translúcida, até os pés, aberta nas laterais, que lhe cobre uma túnica ajustada por um cinto esmeraldino. As mangas são largas; as calças são ajustadas nos tornozelos (similar às dos esquiadores). Os sapatos são constituídos de uma matéria similar ao cetim, de uma cor azul esverdeado, amarrados com cordões dourados, típicos dos gregos antigos. Na cabeça um turbante que lhe cobre toda a cabeça com uma esmeralda acima da testa ornamentado por cordões finos e coloridos, que lhe caem sobre os ombros, que representam antigas insígnias de atividades iniciáticas, nas seguintes cores com os significados abaixo:

Carmim – O Raio do Amor

Amarelo – O Raio da Vontade

Verde – O Raio da Sabedoria

Azul – O Raio da Religiosidade

Branco – O Raio da Liberdade Reencarnatória

Esta é uma característica dos antigos lemurianos e atlantes. Sobre o peito, porta uma corrente de pequenos elos dourados, sob o qual, pende um triângulo de suave lilás luminoso emoldurando uma cruz lirial. A sua fisionomia é sempre terna e austera, com traços finos, com olhos ligeiramente repuxados e tês morena. Muitos videntes confundem Ramatís com a figura de seu tio e discípulo fiel que o acompanha no espaço; Fuh Planu, este se mostra com o dorso nu, singelo turbante, calças e sapatos como os anteriormente descritos. Espírito jovem na figura humana reencarnou-se no Brasil e viveu perto do litoral paranaense. Excelente repentista, filósofo sertanejo, verdadeiro homem de bem. Segundo Ramatís, seus 18 remanescentes, se caracterizam por serem universalistas, anti-sectários e simpatizantes de todas as correntes filosóficas e religiosas.

Dentre estes 18 remanescentes, um já desencarnou e reencarnou novamente: Atanagildo; outro, já desencarnado, muito contribuiu para obra ramatiziana no Brasil – O Prof. Hercílio Maes, outro é Demétrius, discípulo antigo de Ramatís e Dr. Atmos, (Hindu, guia espiritual de APSA e diretor geral de todos os grupos ligados à Fraternidade da Cruz e do Triângulo) chefe espiritual da SER. No templo que Ramatis fundou na Índia, estes discípulos desenvolveram seus conhecimentos sobre magnetismo, astrologia, clarividência, psicometria, radiestesia e assuntos quirológicos aliados à fisiologia do “duplo-etérico”. Os mais capacitados lograram êxito e poderes na esfera da fenomenologia mediúnica, dominando os fenômenos de levitação, ubiqüidade, vidência e psicografia de mensagens que os instrutores enviavam para aquele cenáculo de estudos espirituais. Mas o principal “toque pessoal” que Ramatis desenvolveu em seus discípulos, em virtude de compromisso que assumira para com a fraternidade do Triângulo, foi o pendor universalista, a vocação fraterna, crística, para com todos os esforços alheios na esfera do espiritualismo. Ele nos adverte sempre de que os seus íntimos e verdadeiros admiradores são também incondicionalmente simpáticos a todos os trabalhos das diversas correntes religiosas do mundo. Revelam-se libertos do exclusivismo doutrinário ou de dogmatismos e devotam-se com entusiasmo a qualquer trabalho de unificação espiritual. O que menos os preocupa são as questões doutrinárias dos homens, porque estão imensamente interessados nos postulados crísticos.

Texto extraído do livro psicografado pelo médium Noberto Peixoto- Vozes de Aruanda

Saint Germain

MESTRE ASCENSO – CHOHAN DO SÉTIMO RAIO
Na Grande Fraternidade Branca, o Mestre Ascensionado Saint Germain é o ser responsável pelo Sétimo Raio e a Chama Violeta, encarregado de conduzir a Sétima Raça Raiz e a todos os seres encarnados hoje no Planeta Terra a uma Nova Era, de Paz, Harmonia e União.
Podemos chamá-lo de Deus da Liberdade, Saint Germain, Santo Irmão, São José. Saint Germain foi o Pai físico de Jesus, “O representante do Filho de Deus” e também é Pai de todos os filhos e filhas de Deus que trilham o caminho do Cristo na Terra. O anseio de sua alma tem sido libertar a humanidade da opressão, da injustiça, da ignorância, da dor, da maldade, do ego e de tudo que aprisiona a alma.
Saint Germain, quando encarnado na terra, em umas de suas vidas, foi o fundador de algumas das sociedades secretas e na condição de Ascensionado e integrante da Grande Fraternidade Branca, o Mestre distribui a missão a todos os portadores de Luz de espalhar e divulgar as informações da Nova Era e não mais escondê-las à quatro portas, como o era antes, para que todos tenham a mesma oportunidade de ter o conhecimento oculto da Luz para alcançar a ascensão e libertar-se da roda das reencarnações.

Este sempre foi o marco de sua luta e serviço em todas as suas encarnações, atuando nas mais diferentes áreas, sempre elevando a bandeira da Liberdade. Ao longo de suas muitas vidas na Terra, Saint Germain elevou sua consciência, aprimorando e devolvendo as qualidades do sétimo raio de energia cósmica, que são: liberdade, justiça, alquimia, transmutação, profecia, rejuvenescimento, oportunidade e perdão.
A Chama Violeta é um aspecto do sétimo raio do Espírito Santo. O Fogo Sagrado que transmuta a causa, o efeito, o registro e a memória do nosso passado e o carma negativo. Esta é a Chama da Transmutação, da Liberdade e do Perdão Divino.

Jesus Cristo foi o responsável pela era de peixes e Saint Germain é o responsável pela era de aquário, a tão famosa era anunciada por vários povos da antiguidade e presente.
A Chama Violeta é uma grande dádiva de Deus. Foi liberada, em 1930, quando Saint Germain apareceu, aos pés do monte Shasta na Califórnia, a Guy Ballard, mensageiro de Deus no Movimento I AM, para libertar a humanidade. Saint Germain deu-lhe a dispensação da Chama Violeta para o planeta Terra. O monte Shasta, na Califórnia, é o principal foco de irradiação da Chama Violeta do Mestre Saint Germain para o planeta Terra.

Para compreender a maravilhosa ação do Espírito Santo, por meio da Chama Violeta, precisamos entender um pouco do atual momento cósmico em que vivemos e também sobre a lei do Carma. Só assim, poderemos avaliar o significado desta tremenda dádiva dada por Deus. A Chama Violeta apaga e dissolve os erros cometidos pelos filhos de Deus, transmuta estados mentais depressivos em um estado mental alegre e tranqüilo. Ela é mágica e alivia a dor física, emocional e mental.

A Chama Violeta é como uma poderosa vassoura cósmica que varre o lixo de nossas vidas passadas e presente, de nossas cidades, de nossa nação e do nosso planeta também. Queimando este lixo e transmutando-o em Luz; Luz que volta para o nosso Corpo Causal, aumentando, assim, a nossa riqueza espiritual.
Como Mestre da Era de Aquário, Saint Germain traz a maior dádiva que Deus já deu à seus filhos, a Chama Violeta, que é a própria Chama da Liberdade. É preciso haver cálices, instrumentos na Terra receptivos para que este precioso líquido seja derramado. Pessoas persistentes e constantes que invoquem os mantras da Chama Violeta diariamente. As pessoas devem compreender que a energia espírito não pode atuar sem o cálice da matéria. Cada um pode fazer a diferença para um mundo melhor.

Hoje, Saint Germain atua no plano etéreo da Terra, servindo na Grande Fraternidade Branca como o Chohan do sétimo raio. Um Chohan de um raio, é aquele que focaliza a consciência Cristica daquele raio para a humanidade ainda não ascensa. Para ocupar a importante função de Chohan de um dos raios de Deus para a humanidade, é necessário cumprir com louvor as leis daquele raio durante numerosas encarnações, e ter passado por testes e iniciações antes e até mesmo depois da Ascensão.

Afirme em voz alta e bom tom:
“EU SOU O FOGO VIOLETA COM A CHAMA DO 7º RAIO,
 EU SOU A ELEVAÇÃO NA LIBERTAÇÃO DA MINHA ALMA”